Todas as histórias(81)
- Princesa, sim. Mas não aquelasO que os contos de fadas dizem sobre as mulheres — e o que as mulheres de hoje querem dizer de volta? Luisa Micheletti parte das princesas que povoaram nossa infância para discutir as mudanças na representação do feminino e apresentar uma personagem que decide reescrever a própria história.
- Cancelar o próprio casamento é chiqueDesistir de subir ao altar pode significar perder dinheiro, decepcionar a família e enfrentar constrangimento. Ainda assim, pode sair muito mais barato do que permanecer, defende a jornalista Marcela Casagrande.
- Quero, não quero: o drama da indecisão sobre ter filhosAos 36 anos, a jornalista Juliana Faddul se vê entre conversas sobre congelamento de óvulos, amigas que já são mães e uma pergunta que não se resolve: quero ter filhos biológicos? No caminho, tenta separar desejo, medo e a pressão de decidir antes que seja “tarde demais”.
- Lancei meu livro no pior momento da minha vida. E isso não é uma história de superaçãoEnquanto do pai com aneurisma, a psicóloga Flávia Albuquerque realizava o sonho de publicar o “Despatologiza: a vida que não cabe no diagnóstico” pela editora Rocco. Ela conta como foi lidar com a dualidade de estar extremamente feliz e profundamente triste ao mesmo tempo.
- A armadilha da autossuficiência: tentar dar conta de tudo está nos adoecendoA cultura da produtividade e da autossuficiência faz muitas mulheres acreditarem que pedir ajuda é sinal de fraqueza. Mas o custo dessa lógica pode ser alto para a saúde e para os relacionamentos. Especialistas explicam como encontrar um equilíbrio entre autonomia e vínculo.
- Minha história com a dislexia não é de sofrimento, mas de como aprendi a aprenderQuando a escola insiste num único jeito de ensinar, muita gente cresce achando que o problema está nela — não no sistema. A apresentadora Ana Paula Xongani fez um caminho diferente. Neste relato, ela conta como acolhimento de um lado e desigualdade do outro impactaram afetaram a sua dislexia.
- Quantas versões de você já morreram para que um novo eu pudesse existir?Mudar não é trair quem você foi, mas honrar as versões que te trouxeram até aqui. Ediane Ribeiro, Ingrid Gerolimich, Magda Burity e Mirian Goldenberg refletem sobre a complexidade e a beleza de escrever novos capítulos de nós mesmas
- Que neste novo ciclo você pare de se adiarCom o litoral de Maceió como pano de fundo, a poeta Giovanna Lunetta escreve sobre corpo e cotidiano, explorando como pequenas escolhas moldam nossa relação com prazer, tempo e pertencimento – especialmente no verão.
- A mentira é um instinto de sobrevivência disfarçado de vilãO que chamamos de sinceridade absoluta raramente existe; o que chamamos de mentira é, muitas vezes, defesa. A vida social se constrói nesse meio-fio, como investiga a criadora de conteúdo e atriz Vic Brow
- Vera Iaconelli: “Psicanálise não é mágica. Depende de ética, método e, sobretudo, do paciente”Em “Análise”, seu mais novo livro, a psicanalista costura vivência pessoal e experiência clínica para desmontar idealizações sobre o processo analítico, apontando seus limites, suas potências e o desconforto inevitável de se reconhecer parte do próprio sofrimento
- Um chamado à descompressão emocionalEntre pressões externas e cobranças internas, existe um caminho mais gentil com você. A psicóloga Ediane Ribeiro lembra que mesmo as mulheres fortes precisam de descanso – e isso não deveria causar culpa
- Esqueça o padrão: A paz que você busca pode estar na sua originalidadeQuantas vezes você já se sentiu fora do lugar? Como se fosse demais ou de menos? A escritora e fundadora do projeto Menos Um Lixo Fe Cortez reflete sobre como a busca por pertencimento pode, na verdade, nos fazer sentir menos inteiras
- Cale a impostora que existe em vocêColunista da Mina desde 2022, Tatiana Vasconcellos se entendeu como escritora recentemente. E assumir esse lugar foi um passo para calar a voz que dizia: “você não é suficiente”. Agora, ela se prepara para lançar seu primeiro livro.
- Nátaly Neri: “Tentei deixar de ser negra, e não consegui"Do sonho de ter “o cabelo balançando” ao ativismo negro, Nátaly Neri narra sua jornada de autoaceitação, consciência política e amadurecimento afetivo
- A busca para ser melhor está nos deixando piorA enxurrada de conteúdos sobre autoaperfeiçoamento promete ajudar, mas, no fim do dia, o que marcamos no check-list é a ansiedade, a exaustão e a sensação de nunca sermos o suficiente. Como escapar desse ciclo?
- Microestresses, grandes problemasOs microestresses são difíceis de serem notados, mas, acredite, podem fazer tão mal quando aquelas grandes perturbações que gritam em nosso corpo
- Abram alas, minha bunda vai passarQue tal decretarmos essa frase poderosa como nosso grito oficial de carnaval? Letícia Vidica conta como está se preparando para colocar, pela primeira vez, a bunda pra jogo na rua
- Pavor de amar? Conheça a anorexia afetivaAssim como o medo de comer na anorexia nervosa, muitas mulheres estão com medo de se nutrir de afeto. Vem entender o paralelo entre a nutrição alimentar e amorosa, as causas e as consequências disso
- Solitude é escolher a si mesmaSe para conquistar os outros a gente abre um vinho ou faz um jantar, fica a pergunta: o que você está fazendo para se conquistar?
- Martha Nowill: “Escutei muitas vezes que tinha um rosto lindo, mas que precisava emagrecer"Considerada uma atriz fora do padrão, Martha passou a vida lidando com as pressões do showbiz. Nesta entrevista, através de cinco fotos, ela conta que a batalha é diária para não fazer do assunto corpo um grande problema. Fala também de maternidade, amizade e da relação com sua própria bunda
- Quem define quando uma mulher está no auge?Está mais do que na hora da gente ressignificar esse conceito, colocá-lo no plural e reivindicar que a maturidade, esse momento tão maravilhoso, caiba nele também
- A menopausa é muito mais do que um monte de sintomasEstá na hora de mudar o foco: não pergunte o que você pode fazer pela menopausa, mas o que a menopausa pode fazer por você
- A importância de reconhecer o prazer para além do gozoTer uma rotina mais prazerosa – longe ou em cima da cama – devia ser um estilo de vida. E isso não é sobre “ter uma boa performance”, é sobre autoconhecimento. Vem que a gente explica
- Partir do amor-próprio é fundamental na busca pelo amorInspirada por bell hooks e provocada por "Sex And The City", Tatiana Vasconcellos faz um chamado a todas as mulheres que buscam uma relação: chega de tentar resolver o enigma do outro, é hora de agir a partir dos nossos desejos
- Troque sua crítica interna por uma voz de acolhimentoComo ter diálogos mais justos e gentis com você mesma sem deixar de se autoquestionar
- Laqueadura antes dos 30? Cada vez mais jovens mulheres estão fazendo a cirurgiaDesde março de 2023, a lei permite que mulheres a partir de 21 anos possam fazer o procedimento anticoncepcional. Vem que a gente te explica como funciona.
- Quem disse que temos que ser uma coisa só?Carol Dieckmann questiona as caixinhas criadas para as mulheres: "experimenta colocar mais de duas qualificações pra te definir? É como se uma, ao invés de somar, diminuísse a outra"
- Os mantras da Oprah Winfrey que reverberam em mimSim, nossa colunista Letícia Vidica viu a Oprah Winfrey ao vivo. Realizou um sonho e ainda fez uma longa viagem pelo autoconhecimento enquanto escutava a apresentadora. Aqui ela compartilha aprendizados e reflexões
- O poder de passar 10 dias meditando em silêncioAbandonei o meu celular e fui experimentar a Vipassana sem saber se iria conseguir terminar o desafio. Te conto como foi.
- Não precisa ter medo: usar vibrador não viciaDesinformação e moralismo impedem mulheres de explorar o prazer sozinhas. Lembre-se: o vibrador pode te fazer chegar ao orgasmo, mas não substitui outros estímulos
- Tathi Piancastelli: “Quero ver todo mundo junto e misturado”O sucesso nas redes sociais veio na pandemia, mas desde cedo Tathi plantou a semente da inclusão. Neste relato através de cinco fotos, ela conta que o preconceito não a atinge mais. E foi isso que a fez seguir, criar, escrever e ser uma atriz premiada (por enquanto)
- É uma sorte esse nosso relacionamento com o tempo. DesfruteCarol Dieckmann começou o ano reflexiva, reparando que o tempo mudou de compasso e tentando entender como ela vai usufruir disso. Na sua coluna, ela convida você a fazer o mesmo
- O problema do glow upA cultura do makeover nos faz viver em busca da nossa versão mais magra – que, spoiler: não é a versão mais feliz. Que tal substituir "emagrecer" por "ser gentil consigo mesma"?
- Conhece o letramento afetivo?Aprender a nomear nossas emoções - e escolher com consciência a forma como vamos reagir a elas - pode transformar nossas relações
- Escolher estar só às vezes é um grande ato de amorA única companhia que temos desde o início da vida até o fim é a nossa própria, por isso saber cultivá-la é muito importante
- Soltei as mãos da feminilidade e, enfim, me encontrei comigoO seu cabelo transmite quem você é ou o que os outros esperam que você seja? A escritora Laressa Teixeira conta como ficar careca melhorou a forma como ela mesma se enxergava
- As coisas que aprendi nos livros desde que perdi minha mãe“Me parece que agora escrevo sobre minha mãe para, na minha vez, trazê-la ao mundo”, escreve Annie Ernaux, em Una Mujer. E é nessa mesma tentativa que a jornalista Tatiana Vasconcellos escreve sobre o processo de luto que vem passando há 3 anos
- O que está apressando a sua vida?A velocidade do tempo varia dependendo do contexto. Manuela Dias lembra que existem caminhos para não estar sempre no modo acelerado
- Inbox: Você anda escutando a sua intuição?Angélica recebe as psicanalistas Maria Homem e Manuela Xavier para refletir sobre a importância da intuição em nossas vidas e como ela pode ser uma grande aliada em todas de decisões
- A armadilha do piloto automáticoMuitas vezes ligamos o piloto automático para conseguir encarar as demandas da vida. Mas será que não chegou a hora de encará-la de frente?
- Sim, eu sou GG: Gorda e GostosaA jornalista Letícia Vidica passou longos anos tentando se encaixar num corpo que não era dela, até que veio a virada de autoconhecimento, autocuidado e autoestima que mudou tudo
- Chata não. OrganizadaPor que viver sempre apagando fogo se podemos nos preparar para evitar incêndios? É assim que Maíra Blasi encontra um pouco de paz na confusão do dia a dia
- Quando as fantasias se tornam abusivas?Realizar um fetiche alheio nem sempre pode jogar a favor do seu bem-estar. É importante saber os seus limites e deixar isso claro
- A morte e o seu poder de reorganizar o que importaA rotina corrida da autora Manuela Dias foi interrompida pela morte de uma amiga, o que a fez repensar sobre prioridades, gasto de energia e tempo
- Elas contam o que detestam no sexo (e o que aprenderam com isso)Na cama e na vida, mapear o que a gente não gosta pode ser bem mais fácil do que saber exatamente o que a gente gosta – ok, no geral é gozar, mas como? Mari Williams foi atrás dessa resposta
- Se despedir de um personagem é um tipo de lutoCarol Dieckmann retoma a sua coluna na Mina após o fim de "Vai na Fé" e relata o processo dolorido de se despedir de uma personagem e redescobrir a rotina: "A sensação de abandono tá tatuada em cada minuto dos meus dias"
- Como mimar seu clitórisVamos combinar: um órgão sensível por dentro e por fora, feito somente para te dar prazer, merece ser tratado com carinho e cuidado.
- Primeiros socorros literários: 7 livros transformadoresMuita gente leva uma farmacinha pra onde quer que vá. Mas e se os remédios forem literatura? A seguir, sete obras que ajudaram a jornalista literária Carol Ruhman Sandler a mudar de vida – e podem te chacoalhar também.
- Chorei no meio do sexo e foi libertadorA escritora Lua Menezes conta como foi se abrir para o amor (pela vida) depois de um tempo fechada, traumatizada. E isso aconteceu no meio da transa.
- "Descobri num ménage com meu marido que é preciso ter ética mesmo no sexo liberal"Não sei exatamente como explicar a sensação, mas imaginava três amigos de faculdade juntos prestes a se divertir
- Ser adulta não é sinônimo de saber tudoEra só uma aula de natação para tentar embarcar em um hobby, mas a escritora Laressa Teixeira acabou mergulhando numa grande elaboração sobre a arrogância dos adultos quando se propõem a experimentar algo novo.
- A difícil tarefa de aceitar que o afeto também foi feito para nós, mulheres pretasNeste Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, a jornalista Letícia Vidica conta sobre como a simples oferta de um táxi virou uma chavinha na sua cabeça sobre "precisar dar conta de tudo sozinha"
- Lidar com sentimentos ruins é bom para a saúdeFingir que a raiva, o medo ou até mesmo a inveja não existem não faz com que você deixe de senti-los. Especialistas explicam como encarar os sentimentos tidos como ruins
- Chegamos ao fim (eu e minha terapeuta)Vi nos olhos dela muitos momentos em que sofreu comigo e também muitas vitórias que tivemos ao quebrar ciclos viciosos e comportamentos tóxicos.
- "Fui pega fingindo no sexo e isso me abriu pro prazer"Antes de se tornar educadora sexual, houve um tempo em que Mari Williams mal sabia o que ela mesma gostava no sexo, até que a pergunta sincera de um rapaz mudou a sua vida
- A hipervalorização da solitude é boa pra quem?Por trás de discursos motivacionais como "vá com medo mesmo" ou "se baste" pode morar um excesso de individualismo que desconsidera histórias como a minha
- Por que a felicidade depende do bem-estar coletivoDiferente de um sentimento passageiro de euforia, como é a alegria, a felicidade tem mais a ver com bem-estar coletivo do que imaginamos. Isso envolve atuação do Estado e as relações que criamos
- Ser estilosa é estar conectada com seu estado de espíritoElogiadíssima por sua forma de se vestir, Dandara Pagu reflete sobre moda e autenticidade
- Viajar sendo preta é criar possibilidades coletivasNossa repórter Estela Aguiar conta que embarcar no avião pela primeira vez aos 24 anos e estar na cidade mais preta do Brasil a ensinou ser vulnerável em paz
- "Mãe, roubei seu vibrador"De objeto secreto e guardado a sete chaves à algo natural e que fica a uma gaveta de distância. O vibrador mudou de status e passou a ser uma ponte para conversas entre mães e filhas.
- Dandara Pagu e as delícias de completar mais um ano de vidaPara a nossa colunista, fazer aniversário é uma forma de revisitar a própria história e se olhar com carinho
- Uma viagem pode mudar a sua vida!Colocar intenção, escolher direitinho o destino, estar aberta e não planejar cada minuto: todas as viagens podem ser transformadoras, mas é preciso dedicação para voltar se sentindo outra pessoa. Dica preciosas de quem se deixou transformar
- Ser mãe é uma das inúmeras possibilidades transformadoras, mas não é a únicaTatiana Vasconcellos fala sobre a pressão social sobre a mulher que escolhe não ter filhos, explica como se fez sua certeza e não solta a mão de ninguém: "faço parte da aldeia que vai criar crianças melhores para esse mundão de meu deus"
- Entender que somos natureza é uma forma de autoconhecimentoA partir da busca pela sua ancestralidade e identidade, Juliana Luna descobriu o que, para ela, há de mais valioso na vida: saber que é natureza, que pertence a algo maior e justamente por isso, está sujeita a mudanças e ciclos. Aqui, ela escreve sobre os benefícios de ter essa consciência
- Acredite na sua capacidade de mudar aquilo que não te faz bemMotivada pela sua mudança oficial de nome, Dandara Pagu quer inspirar outras pessoas a se libertarem de situações e pessoas que só fazem mal
- Camila Queiroz: "Estar em contato com a natureza me conecta com quem sou"Em conversa com Angélica, a atriz que estreou já como protagonista de "Verdades Secretas" conta sobre a sua relação com as críticas
- Vem pa para a Jornada de SUPERidade, curso focado no bem-estar das mulheres 45+A especialista Silvia Ruiz dá os caminhos para chegar na maturidade com mais força e autoconfiança. Vendas abertas!
- Cris Pàz: "Às vezes é preciso que alguém mude pra me lembrar que também posso"Mudar de nome é loucura, bobagem ou a lembrança de que transformações são possíveis e bem-vindas? Cris conta a sua história e nos provoca a buscar o novo que nos completa
- Como você conta a história da sua vida amorosa?Se a cada relacionamento você sente que repete a mesma narrativa, ocupando o mesmo papel terrível de mulher abandonada, este texto é para você
- Duda Salabert: "Somos a última geração capaz de frear a crise climática"A primeira travesti eleita deputada federal por Minas Gerais fala sobre seu mandato climático e como seu enfrentamento à mineração a gabarita para ser ministra do meio ambiente no novo governo. Ela também conta sobre as perseguições e violências que sofre, como cultiva o autoamor e revela como foi o processo para tentar amamentar a filha.
- Confesso: eu tinha receio de usar um vibradorQuando percebi que era a única das minhas amigas que não tinha um pra chamar de seu, tomei coragem. Agora, finalmente posso gritar: mulheres, orgasmo de cinema existe!
- Sem culpa, nem noia: precisamos conversar sobre falta de tesão7 em cada 10 mulheres já experienciaram períodos de baixa libido. Se por um lado é preciso desencanar da pressão para sermos sexualmente ativas, por outro é importante saber quando é hora de se preocupar.
- Por que somos rejeitados e de quem é a "culpa"?É preciso acabar com essa ideia de que o outro não quer ficar com a gente porque nos falta algo, defende Geni Nuñez. O amor é muito mais subjetivo do que prega o amor romântico.
- Maitê Proença: "Quero viver até depois dos 100. Ainda tenho muitas coisas para experimentar"Aos 64 anos, a atriz conta para Angélica como se jogar em novas vivências é importante para ter mais liberdade e autoconhecimento.
- 5 lições preciosas para aprender com Viola DavisAs trocas entre a atriz e Oprah no especial da Netflix são repletas de aprendizados que podem transformar a vida de outras mulheres negras, principalmente em relação à autoestima
- As lições que nunca quero aprenderSei que é comum tentarmos tirar algum aprendizado de decepções, mas é preciso encontrar caminhos para evitar que uma barreira nos feche para novas alegrias. Afinal, a busca da invulnerabilidade pode esterilizar sua vida
- Nem indecisa, nem pouco confiável. Só bissexual mesmoNão é uma fase. A jornalista Gabriela Junqueira descobriu cedo que gosta tanto de homens, quanto de mulheres. Neste relato sobre seu processo de autoconhecimento, ela mostra como o problema está em quem gosta de fiscalizar a vida alheia.
- Ser o que você quiser não significa renegar a famíliaVocê realmente se conhece ou conhece apenas a versão que a sua família fez de você? O processo de autoconhecimento às vezes exige uma distância saudável entre quem se é e os papéis familiares que ocupamos
- "Prefiro ver um filme do que transar"Mesmo com tantas experiências ruins, nossas e de nossas amigas, por que a gente ainda insiste que sexo é a melhor coisa do mundo?
- Nem sempre a culpa é do seu mapa astralAproveite a lua em peixes para desapegar dos astros: a formação da nossa personalidade é muito mais complexa que a posição dos planetas na hora do nascimento
- Guru: modo de usarMesmo com inúmeros casos de abuso no meio espiritual e holístico, continuamos acreditando em pessoas que se apresentam como mestres, gurus e detentores do caminho certo. O que há por trás do poder de sedução desses falsos líderes? E como identificá-los?