Todas as histórias(59)
- Existe idade certa para trabalhar?Entre a desconfiança com os jovens e o descarte dos mais velhos, o mercado de trabalho insiste em tratar a idade como problema. A especialista em futuro do trabalho Maira Blasi mostra por que esse fator precisa ser lido como ativo de valor, e não como filtro excludente.
- Disforia de carreira: a ilusão de estar sempre em dívida com o próprio caminhoA ideia de que existe uma receita “correta” para crescer profissionalmente alimenta ansiedade e frustração em toda uma geração, especialmente quando expectativas invisíveis, métricas de sucesso e narrativas do LinkedIn distorcem a autoestima e a forma como olhamos para nossa própria trajetória
- O futuro do trabalho é humanoMais do que se preocupar com a inteligência artificial substituindo funções, o desafio está em desenvolver as habilidades humanas que vão sustentar os empregos do futuro: pensamento analítico, resiliência, criatividade, liderança e autoconsciência.
- Como lidar com o luto no ambiente corporativo?Apesar de ser uma das experiências mais universais da vida, o luto ainda encontra pouco espaço de acolhimento dentro das empresas, onde a dor costuma ser tratada como tabu ou obstáculo à produtividade. Criar espaços de escuta e suporte pode mudar essa realidade.
- Cale a impostora que existe em vocêColunista da Mina desde 2022, Tatiana Vasconcellos se entendeu como escritora recentemente. E assumir esse lugar foi um passo para calar a voz que dizia: “você não é suficiente”. Agora, ela se prepara para lançar seu primeiro livro.
- Sobrevivência corporativa: identifique os níveis de toxicidade no trabalhoNem todo ambiente difícil é insalubre e nem toda empresa com discurso de bem-estar está livre de comportamentos abusivos. Reconhecer essa linha tênue é essencial
- Ademara: “Nem tudo é o que a gente vê na internet. Não basta ser bonita, tem que ser ligeira”Ademara é feita de uma mistura improvável e irresistível. Teatro, jornalismo, internet, Lady Gaga, Slipknot, memes e uma família católica fervorosa. Aqui ela conta um pouco da sua história
- Abram alas: Gen Z traz novo modelo de trabalhoDizem por aí que a Geração Z não quer ser chefe. Maíra Blasi explica que isso não é verdade: Eles não querem é essa chefia que temos a oferecer
- Fora de qual padrão?Nutrição, dança, educação física: elas escolheram profissões associadas a corpos magros e assim, conseguem quebrar estereótipos e acolher outras mulheres
- Elas não querem ser cientistasO que o Brasil perde ao não incentivar suas meninas a ingressarem nas áreas de ciência e tecnologia (STEM)
- Se não é bênção, é liçãoNossa colunista Carol Dieckmann coloca o ano na balança e inspira quem também passou por transformações, desafios e apertos no coração
- Garantir bem-estar no trabalho é dever de quem?Querer que os chefes sejam os responsáveis por garantir a saúde mental e a satisfação de sua equipe não só é irreal como alimenta a cultura do burnout
- Rita Guedes: “A sociedade vê uma mulher sozinha como defeito”Solteira, sem filhos e muito bem resolvida com isso, a atriz fala como é envelhecer com o rótulo de símbolo sexual e garante que, a despeito do que a família ou o mundo esperavam, sempre fez (e seguirá fazendo) tudo do jeitinho que quer
- Quando nasce um pai?A revolução masculina acontecerá no dia em que os homens assumirem o trabalho do cuidado. E existem exemplos de sobra de que isso começa com a licença paternidade
- Motivos para amar a trend da CLT PremiumOs benefícios que deixaram muita gente com inveja são um recado para empresas e desanimados de um modo geral: existe um mundo melhor e nós queremos estar nele
- Rebeca Andrade: "Não posso prometer o que está fora do meu controle"Diretamente de Paris a ginasta conta como está lidando com a pressão e porque quase desistiu da carreira
- Bem-estar dos funcionários gera a lucro para as empresasInvestir em maior qualidade de vida para a sua equipe é um jeito de aumentar o engajamento no trabalho e consequentemente melhorar os resultados financeiros, explica a especialista em futuro do trabalho Maíra Blasi
- Amizade feminina é um superpoderConheça história das roteiristas Renata Andrade e Thais Pontes, duas mulheres que sonharam alto juntas e, de mãos dadas, chegaram lá
- Tatiana Vasconcellos: "Desinformação mata. Escolher acreditar em uma ilusão não resolve os problemas do país"Nossa colunista escreve sobre a impactante missão de cobrir a tragédia do Rio Grande do Sul meio a tantas fake news e mentiras que circulam pelas redes
- Segura na mão dos 60% e vai: se livrando da síndrome da impostoraEnquanto as mulheres só se candidatam para vagas em que preencherem 100% dos requisitos, os homens se arriscam mesmo dando check em 60% – e costuma dar certo. Que tal aprendermos um pouco com essa autoestima delirante?
- Quem disse que temos que ser uma coisa só?Carol Dieckmann questiona as caixinhas criadas para as mulheres: "experimenta colocar mais de duas qualificações pra te definir? É como se uma, ao invés de somar, diminuísse a outra"
- Vamos abrir a roda! Os homens podem ser nossos melhores aliados,Incluir os homens e todas as mulheres no discurso da igualdade de gênero é fundamental para o avanço dessa pauta - e podemos provar
- Bem-vindos ao bug dos millennialsPor que a geração nascida entre 1980 e 1990 está tão suscetível ao burnout? A consultora de criatividade Thais Fabris faz a sua análise
- Por mais mulheres com dinheiro e mais dinheiro nas mãos das mulheresÉ impossível falar de empoderamento feminino sem falar de empoderamento econômico, defende Letícia Vidica após participar do CSW68th, fórum da ONU sobre os direitos da mulher
- Como se preparar para mudar de carreiraTrocar de área de atuação pode ser assustador. Mas, com planejamento e controle de expectativas, a mudança pode ser mais suave. Vem que a gente te ajuda nessa
- Pare de olhar o que está faltando e se apegue ao que você temNossa colunista reflete sobre o quanto o fenômeno da impostora tira a graça das coisas que já conquistamos e mostra caminhos para sair dessa lógica
- Por que maternidade ainda não combina com trabalhoEquilibrar filhos e o trabalho fora não deveria ser um problema das mães e sim das empresas e da sociedade
- Inbox: Reconhecimento é pó mágico da autoestimaReceber um elogio por um trabalho bem feito dá estímulo para a pessoa continuar. Angélica recebe o autor André Carvalhal e o humorista Fábio Porchat para entender a importância do reconhecimento
- A síndrome da impostora não existePois é, mais uma vez inventaram (sim, aquele pessoal mesmo de sempre) um termo pra gente duvidar da nossa capacidade profissional. Mas aqui a gente explica que mudar essa história depende só de nós (sim, mais um vez sobrou pra gente também).
- Precisamos falar sobre burnout racialO racismo não pode ficar de fora da discussão sobre os problemas que levam os trabalhadores ao esgotamento, destaca a psicóloga Shenia Karlsson. A seguir, ela fala o que deve ser feito para mudar essa realidade
- Benedita Casé: "Tirei um peso das costas ao revelar publicamente a minha surdez"Sair do armário e revelar para o mundo sua surdez foi libertador e também produtivo: Benedita fala sobre os fantasmas dos quais se livrou, tudo que aprendeu e dá um spoiler do que vem por por aí nessa nova fase
- Interesseira, cara de pau ou apenas boa de networking?Construir uma boa rede de contatos pode ser o diferencial na sua carreira. Aqui algumas dicas para deixar o constrangimento de lado e ir atrás de novas conexões.
- Se despedir de um personagem é um tipo de lutoCarol Dieckmann retoma a sua coluna na Mina após o fim de "Vai na Fé" e relata o processo dolorido de se despedir de uma personagem e redescobrir a rotina: "A sensação de abandono tá tatuada em cada minuto dos meus dias"
- O ultimato da fertilidade me faz sentir em queda livreSer mulher é, de repente e muito nova, se deparar com um prazo: tá na hora de ter filhos, congelar os óvulos ou abrir mão de gestar uma criança. A jornalista Letícia Vidica está passando por isso e relata as angústias do processo
- Até que ponto a família pode interferir na sua ascensão de carreira?Quando uma pessoa da família ascende profissionalmente, o destino de todos pode mudar. Mas essa adaptação não é fácil e quase sempre envolve autocobrança, sensação de obrigação e culpa
- A hora de mudar o futuro das nossas meninas é agoraRelatório sobre o futuro profissional das meninas brasileiras mapeia os obstáculos que elas enfrentarão na carreira se a forma como estão sendo preparadas para o mercado de trabalho não for transformada.
- Congelamento de óvulos pago pelas empresas é benefício para quem?Existe uma série de benefícios pró-maternidade que vêm sendo ignorados há décadas por grande parte das empresas – o que faz parecer que o apoio financeiro ao congelamento de óvulos é apenas uma forma de adiar uma situação que elas consideram um problema.
- Sofre, ri, come, dorme, limpa, cozinha, chora.. Mas agradeceCarola está no corre da interpretação de Lumiar, sua personagem na novela "Vai na Fé", mal consegue ver os filhos e o marido, mas está tomada de alegria
- Ser roteirista tem a ver com escrita, paixão e a capacidade de suportar frustraçõesNossa colunista responde a pergunta que mais escuta: "como você virou roteirista?". E revela seu processo na construção de uma carreira que envolve inspiração na vida cotidiana e horas na frente do computador
- Camila Queiroz: "Estar em contato com a natureza me conecta com quem sou"Em conversa com Angélica, a atriz que estreou já como protagonista de "Verdades Secretas" conta sobre a sua relação com as críticas
- Estou de volta às novelas – e esse é mais um recomeçoCarol Dieckmann está novamente na telinha da Globo em "Vai na Fé", novela das 19h. Aqui ela relata as emoções de levar uma vida que, de certa maneira, se mescla com a das suas personagens
- 10 frases do mundo corporativo que não queremos levar para o próximo anoOs jargões organizacionais funcionam quase como um mantra que contamina todos os envolvidos, causando ansiedade, culpa e outras tensões. Que tal mudar esse discurso para ver se a cultura se renova?
- Luana Genót: “A moda me deu autoestima e cultura, mas sei que recebi menos dinheiro por ser negra"Da infância, atravessada pelo racismo, passando pelo mundo da moda, onde ganhou confiança: a empresária e ativista Luana Genót conta sua história através de cinco fotos e mostra como conseguiu ser a mudança que deseja para o mundo
- O prazer de ver outra pessoa em mimPrestes a estrelar a novela "Vai na fé", nossa colunista Carolina Dieckmann fala da alegria de ser invadida por mais uma personagem e se transformar, por fora e por dentro, como faz desde os 13 anos como atriz
- Por uma felicidade no trabalho (mas sem romantismo)Trabalhar com alegria tem muito pouco a ver com aquela protagonista de filme que chega cedo na segunda-feira carregando um copo de café na mão. É sobre construção e autoconhecimento.
- Ana Paula Padrão: "As expectativas sociais que intimidam as mulheres precisam parar"Em conversa com Angélica, a apresentadora diz que, mesmo tendo avançado em relação aos direitos da mulher, o Brasil ainda precisa resolver questões culturais
- Cristiana Oliveira: "Na pele de Juma, eu era elogiada por um país inteiro, mas, ainda assim, não era o bastante"A atriz que encantou o Brasil ao interpretar a primeira versão de Juma Marruá, de "Pantanal", fala sobre os anos de luta para fazer as pazes com o próprio corpo, a convivência com distúrbios alimentares e a vida plena aos 58 anos
- Marina Lima: "Você tem que colocar limites para poder dar realmente o seu melhor"Ícone da música pop há décadas, a cantora conversa com Angélica sobre a depressão que sofreu e conta como tem conseguido manter o seu bem-estar elevado atualmente
- Como o medo de não ter dinheiro nos aprisionaNuma sociedade onde ter dinheiro representa liberdade, Maíra Blasi relembra, sem romantismo, do que é preciso para driblar a lógica da escassez e realizar sonhos.
- Procuram-se lideranças (subversivas!)As relações de trabalho estão mudando e com isso é preciso mudar a forma de liderar. Descentralizar o poder e buscar soluções inovadoras é essencial para um futuro próspero
- Claudia Raia: Autoconhecimento, auto amor e a maravilhosa vida depois dos 50Aos 55 anos, a atriz, bailarina e agora TikToker conta momentos íntimos de sua vida e, por meio de cinco fotos, mostra como amadurecer é bom!
- Tati Bernardi: "Quem mandou eu comprar o sugador de clitóris foi meu psiquiatra"Poderosa, bem sucedida e cheia de dores. Sofredora de amigdalite, de enxaqueca e atiradora de verdades. Nessa entrevista, Tati é ela mesma, controversa e adorável, terreno fértil para os haters e acumuladora de fãs
- Andréia Sadi: "Gosto de estar no controle de tudo. Meu caos tem método"Ela é um turbilhão e como todas as forças da natureza traz a intensidade dos extremos. Num papo com a MINA, Andréia fala sobre o amor pelo trabalho e pelos filhos, sobre sua compulsão alimentar e a dificuldade que tem de se desconectar. "Ir pro meio do mato sem wi-fi? Não tem a menor possibilidade"
- Você tem vergonha do seu trabalho?Quem responde é Mayumi Sato, diretora de marketing da maior rede social de sexo do Brasil, que já teve dificuldade de falar sobre o que fazia e hoje é porta-voz da sexualidade positiva
- Dá pra chegar a altos cargos mesmo sendo tímida?Monique Evelle, consultora de inovação, retruca a pergunta: mas será que é timidez mesmo?
- Como encaixar exercícios numa rotina louca de trabalho?Renata Brandão, CEO de uma das maiores produtoras audiovisuais do país, responde como equilibrar a rotina insana de trabalho e a prática regular de exercícios
- Mentiram para nós: sair da zona de conforto é roubadaComo escapar de um clichê que, se a gente parar pra pensar, prega a produtividade tóxica
- Cinco lições para aprender com o fenômeno Free BritneyO que a história de Britney Spears nos ensina sobre saúde mental, liberdade e justiça
- Dá pra tocar maternidade, carreira e culpa, tudo ao mesmo tempo?Anna Chaia, umas das principais executivas do país, responde como foi equilibrar os pratinhos entre profissão e filho